{"id":5722,"date":"2017-11-17T11:11:31","date_gmt":"2017-11-17T14:11:31","guid":{"rendered":"http:\/\/peabiru.org.br\/?p=5722"},"modified":"2017-11-17T11:11:31","modified_gmt":"2017-11-17T14:11:31","slug":"criacao-de-abelhas-sem-ferrao-recebe-autorizacao-de-manejo-inedita","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.peabiru.org.br\/en\/2017\/11\/17\/criacao-de-abelhas-sem-ferrao-recebe-autorizacao-de-manejo-inedita\/","title":{"rendered":"Cria\u00e7\u00e3o de abelhas sem ferr\u00e3o recebe autoriza\u00e7\u00e3o de manejo in\u00e9dita"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-5699\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/fundo-amaz-logopeq.png\" alt=\"Fundo Amaz LOGOpeq\" width=\"234\" height=\"105\" srcset=\"https:\/\/www.peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/fundo-amaz-logopeq.png 413w, https:\/\/www.peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/fundo-amaz-logopeq-300x134.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 234px) 100vw, 234px\" \/><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-4027\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/nectar-da-amazonia-logo-final-colorido.png\" alt=\"nectar-da-amazonia-logo-final-colorido\" width=\"234\" height=\"131\" \/><\/p>\n<p><em>A legaliza\u00e7\u00e3o garante o fortalecimento da cadeia comercial de mel e derivados da meliponicultura na Amaz\u00f4nia <\/em><\/p>\n<p>Pela primeira vez, povos e comunidades tradicionais, ind\u00edgenas e quilombolas do Par\u00e1 e do Amap\u00e1, produtores de mel de abelhas sem ferr\u00e3o, conquistam a regulamenta\u00e7\u00e3o da atividade da meliponicultura junto \u00e0s secretarias de meio ambiente estaduais e o IBAMA. Um avan\u00e7o para a comercializa\u00e7\u00e3o certificada de um produto raro, de alta qualidade, e que est\u00e1 ganhando alto valor de mercado.<\/p>\n<p>A Autoriza\u00e7\u00e3o de Manejo (AM) e a inclus\u00e3o no Sistema de Gest\u00e3o de Fauna (Sisfauna) dos melipon\u00e1rios ligados aos projeto <a href=\"https:\/\/www.peabiru.org.br\/en\/nectar-da-amazonia-saiba-mais\/\"><strong>N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia<\/strong><\/a>, do Instituto Peabiru, \u00e9 resultado das a\u00e7\u00f5es realizadas nos \u00faltimos tr\u00eas anos com o financiamento do Fundo Amaz\u00f4nia (BNDES).<\/p>\n<div id=\"attachment_5723\" style=\"width: 1162px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-5723\" class=\"alignnone size-full wp-image-5723\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/cleiton_swellen.jpeg\" alt=\"cleiton_swellen\" width=\"1152\" height=\"648\" srcset=\"https:\/\/www.peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/cleiton_swellen.jpeg 1152w, https:\/\/www.peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/cleiton_swellen-300x169.jpeg 300w, https:\/\/www.peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/cleiton_swellen-1024x576.jpeg 1024w, https:\/\/www.peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/cleiton_swellen-768x432.jpeg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1152px) 100vw, 1152px\" \/><p id=\"caption-attachment-5723\" class=\"wp-caption-text\">T\u00e9cnico Cleiton Santos demonstra alimenta\u00e7\u00e3o de colmeia para estudantes de agropecu\u00e1ria do Instituto Federal do Par\u00e1 em visita t\u00e9cnica a melipon\u00e1rio em Curuc\u0327a\u0301, PA. Nov\/ 2017. Foto: Swellen Barbosa<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As mel\u00edponas s\u00e3o animais silvestres da fauna brasileira e, segundo a legisla\u00e7\u00e3o, produtores que possuem mais de 49 caixas de abelhas precisam do Cadastro T\u00e9cnico Federal (CTF), da AM e da inclus\u00e3o no Sisfauna para comercializar o mel, derivados e outros insumos, como col\u00f4nias de abelhas e caixas de reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Herm\u00f3genes S\u00e1, diretor executivo do projeto, conta que uma das principais dificuldades da legaliza\u00e7\u00e3o \u00e9\u00a0 que o Sisfauna n\u00e3o contempla ainda as especificidades das abelhas sem ferr\u00e3o. \u201cAs exig\u00eancias de monitoramento de indiv\u00edduos, rastreabilidade e informa\u00e7\u00e3o da origem de cada abelha n\u00e3o s\u00e3o compat\u00edveis com insetos sociais, mas sim com tartarugas, on\u00e7as e outros animais silvestres de grande porte\u201d, explica.<\/p>\n<p>Uma outra barreira para as comunidades \u00e9 que a maioria dos pequenos agricultores s\u00e3o de baixa renda e vivem em territ\u00f3rios isolados. \u201c\u00c9 muito dif\u00edcil o acesso a computadores e escrit\u00f3rios locais de \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos habilitados para fazer os cadastros\u201d, destaca S\u00e1.<\/p>\n<p><strong>Campanha<\/strong> \u2013 Para que os produtores de mel de abelhas sem ferr\u00e3o do projeto <strong>N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia<\/strong> pudessem trabalhar de acordo com a legisla\u00e7\u00e3o, o Instituto Peabiru fez uma campanha pela autoriza\u00e7\u00e3o de manejo da meliponicultura para produtores tradicionais. O trabalho foi feito junto \u00e0s secretarias de meio ambiente do Par\u00e1 e do Amap\u00e1 para estabelecer ritos simplificados e c\u00e9leres no Sisfauna, sem custos para os pequenos produtores.<\/p>\n<p>Umas das conquistas mais relevantes foi a isen\u00e7\u00e3o pelas SEMAS-PA de taxa de autoriza\u00e7\u00e3o e dispensa de apresenta\u00e7\u00e3o do Cadastro Ambiental Rural (CAR), uma vez que a regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria n\u00e3o chegou a muitos desses territ\u00f3rios.<\/p>\n<p>O Instituto Peabiru trabalha hoje em coopera\u00e7\u00e3o com a Embrapa Amaz\u00f4nia Oriental para subsidiar um projeto de lei estadual, em processo de discuss\u00e3o na Assembleia Legislativa do Par\u00e1, que visa a cria\u00e7\u00e3o de normas simplificadas para a autoriza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de mel de abelhas sem ferr\u00e3o, a exemplo do que j\u00e1 ocorre nos estados do Rio Grande do Sul e da Bahia.<\/p>\n<p>H\u00e1 dez anos desenvolvendo aprendizados e conhecimentos do manejo racional das abelhas sem ferr\u00e3o na Amaz\u00f4nia, o Instituto Peabiru defende que cada Estado tenha autonomia para criar um sistema pr\u00f3prio de autoriza\u00e7\u00e3o de manejo. \u201c\u00c9 fundamental desenvolver um m\u00e9todo de regulariza\u00e7\u00e3o da meliponicultura, utilizando o Sisfauna, mas que leve em conta as caracter\u00edsticas de cada regi\u00e3o\u201d, conclui S\u00e1.<\/p>\n<h3><strong>Poliniza\u00e7\u00e3o \u00a0e gera\u00e7\u00e3o de renda para comunidades tradicionais <\/strong><\/h3>\n<p>A regulamenta\u00e7\u00e3o torna poss\u00edvel que a produ\u00e7\u00e3o de mel de abelhas sem ferr\u00e3o seja comercializada com todas as certifica\u00e7\u00f5es federais. \u201c\u00c9 um passo importante que abre caminhos para o fortalecimento de uma cadeia de valor do mel. Al\u00e9m de oferecer renda para as comunidades, traz todos os benef\u00edcios da poliniza\u00e7\u00e3o para a manuten\u00e7\u00e3o e a recupera\u00e7\u00e3o de ambientes naturais\u201d, defende Jo\u00e3o Meirelles, diretor do Instituto Peabiru.<\/p>\n<p>O projeto <strong>N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia<\/strong>, desenvolvido pela organiza\u00e7\u00e3o social, trabalha hoje com cerca de 100 pequenos produtores de 26 comunidades em dois Estados. No Amap\u00e1, s\u00e3o quatro grupos ind\u00edgenas do Oiapoque e comunidades quilombolas de Macap\u00e1. No Par\u00e1, o trabalho de capacita\u00e7\u00e3o em meliponicultura e organiza\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria \u00e9 realizado com agricultores familiares de Curu\u00e7\u00e1, no Nordeste Paraense, e ribeirinhos dos munic\u00edpios de Monte Alegre e Almeirim, na regi\u00e3o do Baixo Amazonas.<\/p>\n<p>O projeto vem se expandindo para a Ilha do Maraj\u00f3, no munic\u00edpio de Curralinho, em uma cooperativa de coletores de a\u00e7a\u00ed \u2013\u00a0Sementes do Maraj\u00f3. \u201cAs abelhas sem ferr\u00e3o s\u00e3o as principais polinizadoras do a\u00e7a\u00ed, o que contribui para o aumento da produ\u00e7\u00e3o e a qualidade do fruto\u201d, destaca Meirelles.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Meirelles faz parte de um grande movimento de empreendedores sociais e pesquisadores que divulgam a import\u00e2ncia dos enormes servi\u00e7os ambientais da meliponicultura para o combate ao desmatamento e as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>\u201cO mel de abelhas sem ferr\u00e3o \u00e9 o mel da conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade. O produto gera renda e seguran\u00e7a alimentar para fam\u00edlias em situa\u00e7\u00e3o de exclus\u00e3o e as abelhas, com a poliniza\u00e7\u00e3o, contribuem para a recupera\u00e7\u00e3o da floresta, maior produ\u00e7\u00e3o de frutos e dispers\u00e3o de sementes, al\u00e9m de evitar o fogo\u201d, argumenta Meirelles.<\/p>\n<div id=\"attachment_5530\" style=\"width: 778px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-5530\" class=\"alignnone size-full wp-image-5530\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/super-polinizac3a7c3a3o-em-flor-de-goiabeira-no-porto-da-aldeia-manga-oiapoque-ap-abr-2017.png\" alt=\"super-polinizac3a7c3a3o-em-flor-de-goiabeira-no-porto-da-aldeia-manga-oiapoque-ap-abr-2017\" width=\"768\" height=\"576\" \/><p id=\"caption-attachment-5530\" class=\"wp-caption-text\">Super poliniza\u00e7\u00e3o em flor de goiabeira, no porto da Aldeia Manga, Oiapoque, AP. Abr\/ 2017<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para Vera Lucia Imperatriz-Fonseca, pesquisadora do Instituto de Biol\u00f3gicas da Universidade de S\u00e3o Paulo e do Instituto Tecnol\u00f3gico Vale e parceira do Instituto Peabiru, recuperar os ambientes degradados \u00e9 um enorme desafio e as abelhas sem ferr\u00e3o s\u00e3o soldados dessa recupera\u00e7\u00e3o. \u201cIncentivar a meliponicultura por agricultores familiares e produtores tradicionais \u00e9 uma resposta ao alerta mundial de desaparecimento de abelhas, causado principalmente por altera\u00e7\u00f5es ambientais e modifica\u00e7\u00f5es nas condi\u00e7\u00f5es da \u00e1gua e do clima\u201d, aponta.<\/p>\n<p>Segundo Meirelles, o grande objetivo do projeto <strong>N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia<\/strong> \u00e9 tornar as abelhas sem ferr\u00e3o parte da rotina de agricultores familiares e de comunidades tradicionais da regi\u00e3o. \u201cA estimativa \u00e9 de que existam mais de 1 milh\u00e3o de fam\u00edlias rurais em situa\u00e7\u00e3o de exclus\u00e3o na Amaz\u00f4nia. Se as abelhas sem ferr\u00e3o chegam a estes quintais e ro\u00e7as, ampliam-se todos esses servi\u00e7os ambientais da poliniza\u00e7\u00e3o, de gera\u00e7\u00e3o de renda e seguran\u00e7a alimentar\u201d, aponta.<\/p>\n<h3><strong>Produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o do mel de abelhas sem ferr\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p>No total, \u00a0as comunidades do projeto <strong>N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia<\/strong>, do Instituto Peabiru, trabalham com cerca de 5 mil colmeias de abelhas sem ferr\u00e3o, que em um ano podem se multiplicar em 20 mil. Nas comunidades de Monte alegre e Almeirim, no Par\u00e1, a previs\u00e3o de safra para este ano \u00e9 de meia tonelada de mel.<\/p>\n<p>S\u00e3o n\u00fameros insignificantes se comparados aos da apicultura (produ\u00e7\u00e3o de mel de abelhas estrangeiras, com ferr\u00e3o, as abelhas <em>Apis<\/em>). Segundo o pesquisador Fernando Oliveira, um dos principais estudiosos das abelhas sem ferr\u00e3o no Brasil e consultor do projeto <strong>N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia<\/strong>, existem menos de 50 mil colmeias de abelhas sem ferr\u00e3o manejadas no Brasil, e a maioria dos produtores tem apenas algumas poucas caixas.<\/p>\n<p>\u201cIniciativas como as do Instituto Peabiru s\u00e3o importantes porque expandem os conhecimentos e aprendizados sobre a meliponicultura, apoiam a reprodu\u00e7\u00e3o das abelhas e geram novas oportunidades para pequenas comunidades rurais\u201d, destaca Oliveira.<\/p>\n<p>A pequena produ\u00e7\u00e3o de mel das abelhas sem ferr\u00e3o torna-o um produto raro. Al\u00e9m disto, este mel tem caracter\u00edsticas diferentes do mel das abelhas <em>Apis<\/em>. Segundo o pesquisador, trata-se de um mel mais aquoso e com menos a\u00e7\u00facar, o que resulta em um produto com muitas variedades de sabores. \u201c\u00c9 um ingrediente que ganha status de iguaria e atrai grandes chefs da gastronomia brasileira e deve chegar at\u00e9 o consumidor pela sua import\u00e2ncia ambiental e social\u201d, completa o pesquisador.<\/p>\n<p><!-- x-tinymce\/html --><!-- x-tinymce\/html --><\/p>\n<div id=\"attachment_5724\" style=\"width: 1162px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-5724\" class=\"alignnone size-full wp-image-5724\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/aluno_swellen.jpeg\" alt=\"aluno_swellen\" width=\"1152\" height=\"648\" srcset=\"https:\/\/www.peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/aluno_swellen.jpeg 1152w, https:\/\/www.peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/aluno_swellen-300x169.jpeg 300w, https:\/\/www.peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/aluno_swellen-1024x576.jpeg 1024w, https:\/\/www.peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/aluno_swellen-768x432.jpeg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1152px) 100vw, 1152px\" \/><p id=\"caption-attachment-5724\" class=\"wp-caption-text\">Em visita a melipon\u00e1rio do projeto em Curu\u00e7\u00e1, PA, alunos da UFPA campus Castanhal experimentam o sabor do mel de abelhas sem ferr\u00e3o. Nov\/2017. Foto: Swellen Barbosa<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com Herm\u00f3genes S\u00e1, do Instituto Peabiru, o quilo de mel de abelhas sem ferr\u00e3o vai custar em torno de R$ 100,00 fracionados em garrafas\u00a0 de 150 gramas. O pr\u00f3ximo passo do projeto <strong>N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia<\/strong> \u00e9 completar um fluxo regular de comercializa\u00e7\u00e3o. \u201cO mel de abelhas sem ferr\u00e3o sempre foi comercializado de modo informal, \u00e9 a primeira vez no Brasil que a cadeia de valor \u00e9 plenamente legalizada\u201d, aponta.<\/p>\n<p>Dentre as a\u00e7\u00f5es apoiadas pelo Fundo Amaz\u00f4nia (BNDES), o mel dos produtores do projeto <strong>N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia<\/strong> ser\u00e1 beneficiado em associa\u00e7\u00e3o com uma f\u00e1brica de mel que possui toda a infraestrutura e regulamenta\u00e7\u00e3o. \u201cO envasamento e a rotulagem seguem todas as exig\u00eancias federais para a comercializa\u00e7\u00e3o de um produto agroalimentar\u201d, explica S\u00e1.<\/p>\n<p>\u201cCom a legaliza\u00e7\u00e3o, a amplia\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o e o beneficiamento do mel em locais apropriados a receber os selos de inspe\u00e7\u00e3o, seja municipal, estadual e federal, o produto pode chegar ao mercado com seguran\u00e7a e qualidade\u201d, conclui.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para saber mais, acesse a <a href=\"https:\/\/www.peabiru.org.br\/en\/nectardaamazonia\/\">p\u00e1gina do Projeto N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia<\/a>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A legaliza\u00e7\u00e3o garante o fortalecimento da cadeia comercial de mel e derivados da meliponicultura na Amaz\u00f4nia Pela primeira vez, povos e comunidades tradicionais, ind\u00edgenas e quilombolas do Par\u00e1 e do Amap\u00e1, produtores de mel de abelhas sem ferr\u00e3o, conquistam a regulamenta\u00e7\u00e3o da atividade da meliponicultura junto \u00e0s secretarias de meio ambiente estaduais e o IBAMA. 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