{"id":3328,"date":"2015-07-30T11:41:41","date_gmt":"2015-07-30T14:41:41","guid":{"rendered":"http:\/\/peabiru.org.br\/?p=3328"},"modified":"2015-07-30T11:41:41","modified_gmt":"2015-07-30T14:41:41","slug":"relatorio-sobre-a-meliponicultura-em-comunidades-beneficiarias-do-nectar-da-amazonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.peabiru.org.br\/en\/2015\/07\/30\/relatorio-sobre-a-meliponicultura-em-comunidades-beneficiarias-do-nectar-da-amazonia\/","title":{"rendered":"Relat\u00f3rio sobre a meliponicultura em comunidades benefici\u00e1rias do N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_3330\" style=\"width: 527px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3330\" class=\"wp-image-3330 size-full\" src=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/meliponario_nectardaamazonia.jpg\" alt=\"meliponario_nectardaamazonia\" width=\"517\" height=\"352\" srcset=\"https:\/\/www.peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/meliponario_nectardaamazonia.jpg 517w, https:\/\/www.peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/meliponario_nectardaamazonia-300x204.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 517px) 100vw, 517px\" \/><p id=\"caption-attachment-3330\" class=\"wp-caption-text\">M\u00e3e meliponicultora incentivando o seu filho para a atividade na Comunidade de Santana, Monte Alegre, PA<\/p><\/div>\n<p>O Projeto N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia, do Instituto Peabiru, realizou detalhado levantamento sobre o estado atual da meliponicultura (cria\u00e7\u00e3o de abelhas nativas sem ferr\u00e3o) nas 30 comunidades envolvidas na iniciativa em Macap\u00e1 e Oiapoque,\u00a0 no Amap\u00e1 e em Almeirim, Monte Alegre e Curu\u00e7\u00e1, no Par\u00e1. O diagn\u00f3stico \u00e9 fundamental para compreender o desafio do projeto e planejar os pr\u00f3ximos passos. Este se torna ainda mais essencial, na medida que houve um intervalo de quatro anos entre a elabora\u00e7\u00e3o da proposta e sua efetiva realiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cEstamos lidando com um produto original da zona tropical das Am\u00e9ricas (o Neotr\u00f3pico) que jamais alcan\u00e7ou a escala comercial e carece de legisla\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria. Se a cadeia de valor global da <em>Apis melifera,<\/em> abelha ex\u00f3tica, encontra-se plenamente organizada no Brasil, com a meliponicultura nos deparamos com um conjunto in\u00e9dito de desafios\u201d, comenta Richardson Fraz\u00e3o, coordenador do N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>De acordo com o relat\u00f3rio, esta primeira avalia\u00e7\u00e3o orienta o desenho do plano de amplia\u00e7\u00e3o e consolida\u00e7\u00e3o dos melipon\u00e1rios, a ser implantado e consolidado pelo Projeto N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia nos pr\u00f3ximos 18 meses.<\/p>\n<p>\u201cCom este levantamento, sabemos que as primeiras a\u00e7\u00f5es de revitaliza\u00e7\u00e3o dos melipon\u00e1rios, dever\u00e3o resultar em maior confian\u00e7a por parte das fam\u00edlias meliponicultoras no processo proposto. Mas, temos casos, como o do Polo Almeirim, em que as comunidades de Lago Branco e Praia Verde apresentaram resultados bastante satisfat\u00f3rios de organiza\u00e7\u00e3o, ap\u00f3s nossa visita t\u00e9cnica de retomada, ao demandar a implanta\u00e7\u00e3o imediata dos padr\u00f5es de melipon\u00e1rios e instala\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de capacita\u00e7\u00f5es e assist\u00eancia t\u00e9cnica peri\u00f3dica\u201d, relata Richardson.<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/peabiru.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/150625-nectar-prod-tecnico-1-diagnostico-situacao.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O relat\u00f3rio completo pode ser baixado aqui, em formato PDF<\/a>.<\/strong><\/p>\n<p>Ao buscar fortalecer o arranjo produtivo da meliponicultura, o Instituto Peabiru acredita que possa contribuir em prol da sustentabilidade da Amaz\u00f4nia. Afinal, \u00e9 nesta regi\u00e3o que est\u00e1 o maior conjunto cont\u00ednuo de florestas tropicais e ecossistemas relacionados do planeta, atualmente protegidos por unidades de conserva\u00e7\u00e3o. Os grupos tradicionais que vivem nestas regi\u00f5es podem ter na meliponicultura um complemento de renda importante, al\u00e9m de contribuir para a seguran\u00e7a alimentar<\/p>\n<p>Com o objetivo de fortalecer a cadeia de valor do mel de abelhas nativas em comunidades tradicionais, de modo a gerar renda complementar sustent\u00e1vel e enfrentar o desmatamento, o Projeto N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia ter\u00e1 a dura\u00e7\u00e3o de dois anos. Ao todo, 310 produtores de 30 comunidades rurais no Par\u00e1 e Amap\u00e1 ser\u00e3o benefici\u00e1rias. O projeto N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia recebe recursos do Fundo Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>Saiba mais sobre o projeto no hotsite <a href=\"http:\/\/www.peabiru.org.br\/en\/nectardaamazonia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.peabiru.org.br\/nectardaamazonia<\/a><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Projeto N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia, do Instituto Peabiru, realizou detalhado levantamento sobre o estado atual da meliponicultura (cria\u00e7\u00e3o de abelhas nativas sem ferr\u00e3o) nas 30 comunidades envolvidas na iniciativa em Macap\u00e1 e Oiapoque,\u00a0 no Amap\u00e1 e em Almeirim, Monte Alegre e Curu\u00e7\u00e1, no Par\u00e1. 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