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Valores
- Transparência: relações duradouras dependem de clareza de propósitos e identificação de pontos em comum.
- Disseminação do conhecimento: O conhecimento gerado deve ser divulgado ao maior numero possível de pessoas, da forma mais simples e barata e, se possível, de forma gratuita.
- Criatividade e inovação: Valorizamos as soluções criativas que apresentam novos olhares sobre velhos problemas. A inovação multiplica valores, a inovação com a simplicidade permite a disseminação do conhecimento.
- Construção coletiva: A construção coletiva dos saberes, planos e fazeres garante maior justiça as comunidades beneficiadas e representa melhor seus interesses.
História
Criado como “Instituto Peabiru de Ecoturismo” em São Paulo, SP, em 1.998, por ambientalistas, cientistas, empresários e educadores para atuar em ecoturismo e educação ambiental. A partir de 2.000 inicia a capacitação de entidades do terceiro setor em mobilização de recursos no Brasil e Paraguai, com apoio da Fundação AVINA.
Em 2.004, torna-se uma OSCIP, simplifica o nome para “Instituto Peabiru”, adota novo logotipo e transfere sua sede para Belém, Pará.
A Palavra Peabiru
Peabiru para nós significa que é possível estabelecer um novo caminho, um caminho latino-americano. Originalmente é o caminho que liga o Atlântico ao Pacífico, trilhando regiões hoje do Brasil, Argentina, Paraguai, Bolívia e Peru. Por ele os europeus ocuparam a América do Sul. Em Quíchua significa “Peru”, em Tupi “caminho forrado de folhas” e em Guarani “caminho da prata”.
O Logotipo
A designer Fernanda Martins, da Mapinguari Design/Forminform, autora da marca do Peabiru propõe: “a intenção é provocar um novo olhar sobre a floresta. Não um olhar de cima para baixo, distante. A Amazônia é sempre vista como algo desconhecido, implacável. A floresta é apresentada pelo homem comum através de fotos aéreas, sempre de longe, indevassável e gigantesca. A proposta é um olhar do homem dentro da floresta, afinal, a floresta tem árvore e também tem gente. É o olhar do homem comum, ao nível do chão, em seu dia-a-dia, uma desmistificação da floresta. Daí a semelhança a um código de barras, como algo positivo, que valoriza a floresta e o homem.” A designer conclui: “o logotipo emprega maiúsculas e minúsculas para simbolizar a diversidade, de culturas e ambientes naturais. Escolhi cores orgânicas: o ocre, a cor da terra, e o verde escuro, a cor da mata.”