Em todos os ciclos econômicos da Amazônia as populações tradicionais, os quilombolas e os índios saíram perdendo. A globalização os torna ainda mais marginalizados. Este programa visa inserir estas comunidades no mercado por meio de cadeias de valor de produtos e serviços inovadores da sociobiodiversidade da Amazônia.
A intenção é transformar grupos economicamente vulneráveis em agentes econômicos ativos, com voz, capacidade de negociação, e que alcancem a sustentabilidade. Por meio de metodologias participativas o Peabiru trabalha a auto-estima e a cultura local, o associativismo, a gestão e a mobilização de recursos, o empreendedorismo e a valoração e conservação dos recursos naturais.
São quatro as cadeias produtivas prioritárias: abelhas nativas, ecoturismo, florestas de alimentos e artesanato da floresta.